quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Alta-Costura x Prêt-à- Porter

                         



 
Fazendo um trabalho pra faculdade, notei que muitas pessoas não sabem a diferença entre Alta-Costura e Prêt-à- Porter, então, resolvi vim aqui para tentar tirar alumas das duvidas. 

- Alta-Costura

Alta-Costura é feita somente em Paris e pelas regras do Chambre Syndicale de la Haute Couture. Em nenhum lugar do mundo o que é feito é Alta Costura. É roupa sob medida! No máximo, um prêt-à-porte de luxo!
           Por mais que exista alguma exclusividade ou qualidade do produto, continua sendo ‘roupa sob medida’. Nem que o tecido usado para a confecção da peça seja importado, o resultado é ‘roupa sob medida’.
           Para integrar este restrito universo, o criador necessita ser “indicado” por estilistas que já integram o grupo, ter um ateliê em Paris, onde irá produzir inteiramente sua coleção, respeitando todas as regras impostas pelo Sindicato (como um número mínimo de funcionários e de criações a cada desfile) e esperar um período de cinco anos para ter seu nome oficializado como “criador de Alta-Costura”. Além disso, cada casa de criação é avaliada anualmente pelo Presidente de Honra do Chambre Syndicale, Jacques Mouclier. Quem não estiver de acordo, é ‘convidada’ a sair.
A Alta-Costura (Haute-Couture) é feita para sonhar! É um mundo exclusivo para privilegiados. Para se ter uma ideai, em 1946 existiam 106 Maisons de Haute-Couture. Em 2003, 16. Na última temporada, Christian Dior, Giorgio Armani Privé, Chanel, Givenchy, Elie Saab, Jean Paul Gaultier, Valentino e Versace eram as mais representativas – apesar da presença de Giambattista Valli começar a fervilhar.
Alta-Costura (ou Haute-Couture, no original) é uma marca registrada, que somente pode ser utilizada por estilistas que integram o Chambre Syndicale de la Haute Couture, criado em 1968, presidido por Didier Grumbach. 
Peças de Alta-Costura são produzidas em dois ou três únicos modelos. São obras de arte, confeccionadas à mão nas Maison. Os vestidos são frágeis e delicados, feitos por uma única pessoa – extremamente qualificada para isto – que gasta em média de 170 a 175 horas. São profissionais meticulosos, com muita paciência, pois sabem que, no caso, de não ficarem perfeitos, os modelos são desmanchados e refeitos.
Estes profissionais precisam ser “apaixonadas” pelo que faz, pois, segundo a chefe de costureiras de Chanel: “nesta profissão, quem não for apaixonado pelo o que faz, não realiza coisas belas”.
Sabendo desta exclusividade, as milionárias americanas compram peças, vestem por um curto período e doam para Museus, que costumam organizar anualmente exposições temáticas.

A maioria das grifes (sim, aqui estamos lidando com grifes, ou seja, nomes com DNA e que determinam uma cadeia de negócios) de Alta-Costura é francesa, mas estrangeiros também participam. Valentino foi a primeira – não francesa – a integrar o fechadíssimo clube, em 1989, trazendo sua elegante e clássica coleção de vestidos italianos para as passarelas de Paris.
              Depois dele, Giorgio Armani (também italiano) e Elie Saab (libanês) foram os próximos.
As francesas Chanel e Dior tiveram ‘estrangeiros’ como diretores criativos, como alemão Karl Lagerfeld na Chanel, desde 1983 e o inglês John Galliano da Christian Dior, onde ficou por 14 anos, sendo despedido depois do mega escândalo das acusações de racismo e de ser antissemista em fevereiro de 2011. Até o momento, não foi revelado o nome de seu sucessor.
Em janeiro de 2011, Gustavo Lins foi o primeiro brasileiro a integrar este exclusivo universo. Ao seu lado, Christophe Josse, Franck Sorbier, Maurizio Galante e Stéphane Rolland.
Pensar em Haute-Couture é falar para um universo paralelo. Afinal, quantas mulheres podem comprar anualmente vestidos de U$ 20 mil a U$ 100 mil, ternos de U$ 16 mil ou casacos de U$ 50 mil? Só para se ter uma idéia: em 1947, havia 15 mil clientes que consumiam Alta-Costura, hoje, há dois mil, mas somente 200 compram regularmente.
Detalhe: 60% são americanas e o restante… Princesas árabes. Dizem que, graças a crise financeira, as americanas perderam seu posto. Mas continuaram a consumir – só que se hospedavam em hotéis, onde os representantes das Maison levam as peças, são compradas… Mas tudo de forma anônima… Quase em segredo…



- Prêt-à- Porter


       Do francês ’prêt’ ( pronto)e a-porter (para levar) 'prêt-a-porter' em termos de moda, quer dizer, pronto para levar, vestir e usar... produção em serie, para baratear o produto, comprar, levar e usar.  Foi criado pelo estilista francês J. C. Weill,  no final de 1949, depois do fim da Segunda Guerra Mundial, em pleno pós-guerra, no auge da democratização da moda surgiu o prêt-à-porter, libertando as confecções da imagem ruim associada ao dia-a-dia.

     Este novo conceito foi responsável dela difusão da  moda e da adequação dos consumidores. O prêt-à-porter revolucionou a produção industrial, pois era possível criar roupas em grandes escalas industriais de melhor qualidade, oferecer uma grande praticidade, além da variedade não só de estilos, mas também de preço e lançar novas tendências. Sendo mais acessível ao público, possuindo a marca e a assinatura do estilista em peças, dando ar de sofisticação, mas sem o tom de exclusividade. Além da acessibilidade surgida com o advento do prêt-à-porter, a globalização tornou a informação mais veloz, e o que é novidade do outro lado do planeta pode chegar até nós em questão de minutos. Em pouco tempo, o que é o último lançamento da alta-costura ganha inúmeras clonagens ao redor do mundo. Com o surgimento do prêt-à-porter, a alta-costura deixou de lançar a moda, e as coleções prêt-à-porter passaram a ditar as tendências. Embora as peças industriais sejam produzidas em série, o prêt-à-porter tem a moda em si, ele uniu a indústria à moda, acrescentando estilo às ruas, ele da um ar mais diferente e criativo às peças básicas.
 Espero ter ajudado, beijos Camilla Menezes.



domingo, 29 de julho de 2012

Mustache




 É bigode por todos os lados! em acessórios, objetos para decoração, roupas, sapatos, unhas, canecas , ele agora é a sensação do momento.

A febre “Mustache”/”Moustache”, que significa bigode, veio de um movimento organizado na Austrália em que um grupo de amigos estava conversando sobre as tendências do passado, entre elas o bigode, e dessa brincadeira acabou surgindo a organização November (mistura de “mo” de moustache e “member” de november) Foundation que luta contra o câncer de próstata, incentivando os homens a usar preservativos e cuidar da saúde. Uma forma de “participar” da campanha é adotar o uso do bigode, caso seja homem, ou usar acessórios e peças que tenham esse elemento desenhado ou aplicado, no caso das mulheres ou homens que não curtam deixar o bigode crescer. Super Interessante né? 










      -> Para você mesma fazer e entrar no clima ! 








obs : amanha volta minha faculdade, que pra quem nao sabe, faço Desing de Moda então provavelmente os post iram ficar mais espaçados, mas prometo tentar postar o maximo :)

beijinhos


sexta-feira, 27 de julho de 2012

Keep Calm and Take a Picture

         

Bom essa é uma parte do blogger que eu vou dedicar a uma das minhas paixões, que pra quem me conhece sabe muito bem o que é. Vou postar fotos que eu mesma tenha tirado ou achado pela internet que possam servir como inspiração :) Vocês também podem me enviar ou indicar imagens, só falar pelo comentário.

Beijos .



quinta-feira, 26 de julho de 2012

De olho nas olimpíadas.

     Em clima de olimpíadas - para quem não sabe, as olimpíadas de Londres 2012 começaram hoje, com alguns jogos de futebol feminino mas a abertura oficial é na sexta.- vim trazer alguns uniformes que os atletas de diversos paies iram utilizar tanto na cerimonia de abertura como nas competições. 

  

      O uniforme criado por Eliza Conde é tradicional, nas cores da bandeira. Todos usarão camisa branca e blazer azul. As mulheres vestem saias lápis verdes ou amarelas. “Procurei  fazer uma roupa contemporânea, que pudesse ser vestida depois”, disse Eliza.  Os chapéus brancos, usados em Pequim, foram trocados por echarpes artesanais em algodão orgânico.








Os uniformes brasileiros são feitos em parceria com a Nike. A roupa da seleção brasileira de futebol não sofreu mudanças significativas, apenas a troca do símbolo CBF pela bandeira nacional. Os tecidos foram desenvolvidos com poliéster de garrafas PET recicladas, o que além de manter a roupa leve, dá um caráter sustentável. O basquete volta para as olimpíadas depois de 16 anos ausente com muita tecnologia. O tênis mede impulso, intensidade e velocidade dos jogadores. Quem ganhar medalha, sobe ao pódio com uma jaqueta amarela com a tradicional bandeira brasileira e aros olímpicos no peito. Com tecnologia Storm-Fit 5, ela não amassa e protege do vento e da chuva.

Mas nem tudo são rose : Stella McCartney sofreu críticas por não colocar mais dose de vermelho no visual, desrespeitando a estética da bandeira inglesa. “A bandeira britânica é uma das mais lindas do mundo e foi importante para mim me manter de acordo com esse design icônico mas também modernizá-lo e apresentá-lo de uma forma contemporânea. Por fim, queríamos que os atletas se sentissem um time e tivessem orgulho da identidade que criamos”, rebateu a estilista.



     Giorgio Armani aproveitou sua marca de roupa esportiva EA7 e vestiu os atletas italianos com peças elegantes brancas ou azul marinho, também sem preocupação em usar as cores da bandeira italiana.Armani mostrou seu patriotismo de maneira sutil: colocando a letra do hino nacional italiano na 
 parte de dentro do uniforme.
  


    A Prada que também é um símbolo importante da Itália, não poderia faltar e vestiu as equipes de iatismo e vela. O visual é lindo, mais justo, com proteção contra variações de temperatura, azul e agasalhos equipados com bolsos utilitários e gola mais alta.






Ralph Lauren entou no páreo já vendendo as roupas em seu site no melhor estilo preppy, que segue o look dos universitários americanos. Algodão branco, saia mídi plissada para as mulheres, e calça de alfaiataria para os homens. Os cintos e as echarpes têm as cores da bandeira. Foi gongado pela boina, considerada mais europeia do que americana. O ponto mais fraco da linda coleção está na origem: foi feita na China. E os americanos não perdoaram




Sabemos que a Espanha é quente mas também não precisava exagerar. Os atletas, coitados, vão parecer entregadores de pizza ( mais especificamente da Parmê, que foi a minha opinião quando vi a foto). O presidente do Comitê Olímpico Espanhol, Alejandro Blanco, explicou que com a crise, eles se preocuparam é em economizar mais de dois milhões de euros graças ao patrocínio da empresa de materiais esportivos ítalo-russa Bosco Sport, que além de não cobrar pelos uniformes, pagou uma grana ao comitê , mas eles bem poderiam lembrar quem muitas vezes o menos é mais ! 

E ai , o que acharam ? Beijos 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Primeiro Post : Bem - Vindos !



Oi meninas ! (falo mais meninas por hábito, mas os meninos são muito bem-vindos também )
Esse é o primeiro post do meu blog  :)
Estava planejando de fazer um blog faz um tempinho já, mas só agora consegui fazer. A faculdade, curso e outras coisas sempre me deixavam tão atolada que nunca conseguir por meu plano em pratica, 
Vou tentar postar o máximo de vezes possíveis, prometo! Aqui irei falar sobre beleza, tutoriais, resenhas, moda, esmaltes e por em pratica algumas coisas que eu for aprendendo na faculdade ! 
Fiquem à vontade pra mandar sugestões, pedidos e críticas (com educação) por comentários, 
 Beijinhos, Camilla Menezes